sexta-feira, 11 de junho de 2010

Trabalho de IHC do Primeiro Bimestre

Este documento apresenta imagens meramente ilustrativas das telas referentes ao projeto de uma empresa de arquivos. O objetivo é dar suporte aos interessados quanto ao entendimento de como as funcionalidades poderão ser atendidas pelo sistema - Sistema de uma empresa de Arquivos.
As telas refletem a necessidade de controlar tanto a parte de clientes e documentos cadastrados, o mesmo foi elaborar pelas necessidades da empresa.
autor (Lorene Daniele Andrade)

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quarta-feira, 9 de junho de 2010

Inclusão Digital


Número da Nielsen Ibope Online leva em conta os acessos efetuados no trabalho e em domicílios; tempo mensal de uso do PC ficou em 71h15min.
O número de usuários ativos de internet no Brasil chegou a 37,9 milhões em março de 2010, informou nesta quinta-feira (29/4) a empresa de pesquisas de mercado Nielsen Ibope Online. O marco é 3,3% maior que o de fevereiro, que foi de 36,7 milhões.

O tempo mensal de uso do computador - no trabalho e em casa - ficou em 71 horas e 14 minutos, 16,8% mais que as cerca de 61 horas que foram dedicadas em fevereiro, em média. Esse tempo inclui o uso de aplicativos - sem eles, o período de uso em março cai para 48 horas e 45 minutos e o de fevereiro, 42 horas e 55 minutos (aumento de 13,6%).

O número de pessoas com acesso à internet no Brasil, tanto no trabalho como em domicílios foi estimado pela empresa em 46,99 milhões, mesmo número obtido no mês anterior.

No entanto, o total de pessoas com acesso no Brasil não se dá pela soma do número de usuários ativos com o de pessoas com acesso. Para esse levantamento, a Nielsen Ibope Online usa outra metodologia.

Pelos dados dessa metodogia, em dezembro de 2009 o País tinha 67,452 milhões de pessoas com 16 anos ou mais, com acesso à internet. Além de trabalho e domicílio, esse número inclui outros ambientes, como escolas, lan houses, bibliotecas e telecentros. Uma atualização dessa estatística para março de 2010 ainda não foi divulgada.

Microsoft descobre fraude em massa em anúncios na Internet.



A Microsoft descobriu um novo tipo de fraude na Internet relacionada a cliques em sites, o que levou a empresa a entrar com dois processos contra golpistas.

Em um dos processos, iniciado em Washington, nos Estados Unidos, a empresa acusa o site RedOrbit.com e seu presidente, Eric Ralls, de usar um esquema de “lavagem de cliques”, termo que a Microsoft utiliza para descrever uma nova forma de turbinar o número de acessos a anúncios online.

"O que achávamos ser quase impossível de ser feito até então, descobrimos que já é feito pelos criminosos”, explica o advogado da unidade de crimes digitais da Microsoft, Richard Boscovich.


Segundo a Microsoft, a RedOrbit utilizava a rede AdCenter para, com o uso de botnets (redes de PCs zumbis controladas por criminosos da Internet) e sites adulterados, incrementar em milhares de vezes o número de cliques em anúncios da RedOrbit.

Porém, em vez de simplesmente usar as botnets e sites para gerar tráfego diretamente para os banners, como os golpistas costumam fazer, a empresa direcionou esse fluxo para seus servidores, onde “camuflou” a origem e fez com que esse tráfego parecesse legítimo. “É a primeira vez que vemos esse tipo de coisa acontecer”, diz Boscovich.

A Microsoft começou a investigar a fraude em 2009, quando notou números anabolizados na RedOrbit.com, que saltou de uma média de cliques de 75 por dia para 10 mil.

Em outro processo, na mesma Corte, a Microsoft processa 20 pessoas por conta de fraudes em sites gerenciados pela HelloMetro. A iniciativa também está relacionada a fraudes sobre publicidade online, problema que não fica restrito apenas a esses dois casos, claro.

Segundo a Microsoft, se as empresas que fornecem publicidade online não tomarem uma providência, os anunciantes perderão a confiança nesse modelo de negócio. “Temos que tomar medidas agressivas para parar a fraude na publicidade online”, afirma Brad Smith, consultor da Microsoft para a área.

Embora Smith cite a necessidade de as empresas trabalharem juntas nesse combate, a Microsoft não deu sinais de que vai procurar o Google, que opera a maior plataforma de anúncios online, ou outros competidores para falar sobre o tema. Procurado para falar sobre as fraudes na publicidade na Internet, o Google preferiu não se manifestar sobre o caso.

Serviços do Google geram US$ 54 bilhões em negócios nos EUA.


Os produtos da empresa como o AdSense e o AdWords chegam a ter um impacto de US$ 14,1 bilhões só na Califórnia, diz estudo da empresa.
Os serviços de busca e produtos de publicidade em pesquisas da Google geraram algo em torno de 54 bilhões de dólares para empresas e serviços nos EUA, publishers de websites e grupos sem fins lucrativos em 2009, segundo um estudo lançado pela companhia.

A gigante da internet lançou nesta terça-feira (25/5) seu primeiro relatório detalhado com informações de cada Estado sobre o impacto de suas atividades nas economias locais. Os números variam de 14,1 bilhões de dólares na California a 15,9 milhões de dólares no Alasca.

Seis estados – California, Nova York, Florida, Illinois, Texas e Washington somaram 32,8 bilhões de dólares dos 54 bilhões de dólares registrados pela Google no estudo.

A empresa publicou mais detalhes sobre cada um dos estados norte-americanos em seu site oficial e também disponibilizou para download o relatório completo.

A Google baseou sua estimativa em três números: a quantia de dinheiro paga aos sites que usaram o AdSense, o valor da propaganda grátis doada para ONGs, e um cálculo sobre quanto os anunciantes faturaram.



(Grant Gross)

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Sistema de Informações



A atividade é complexa e cada vez mais necessária no mundo corporativo. Quem se forma em Sistemas de Informação planeja e organiza o processamento, o armazenamento e a recuperação de informações e disponibiliza esse material para usuários. Cria e instala programas para facilitar as consultas, monta e gerencia bancos de dados e desenha a arquitetura de homepages. Além disso, administra o fluxo de informações gerado e distribuído dentro de uma empresa. "Sua principal função é entender os problemas de uma companhia e conseguir solucioná-los por meio da aplicação de ferramentas de mercado ou da confecção de sistemas próprios", explica Euler de Almeida Barbosa Junior, consultor sênior da CIS Corporate, consultoria de São Paulo. Segundo o consultor, a facilidade de processar e utilizar informação de forma rápida deixou de ser, nos últimos dez anos, um diferencial e virou padrão para empresas de qualquer porte. Formação continuada é essencial para o profissional de sistemas da informação. A cada dia surgem novos recursos e ferramentas e especializar-se é praticamente uma questão de sobrevivência. É preciso ainda dominar, além do inglês, língua universal da informática, o espanhol."Esse profissional não tem horários fixos e participa de reuniões freqüentes. Afinal, é mais importante ouvir o cliente do que falar. Outras recomendações são saber trabalhar em equipe, lidar com prazos apertados e ter disponibilidade para viagens. Os projetos podem durar meses. Como consultor, nunca se tem uma mesa fixa no local de trabalho. Apesar da agitação e do volume de tarefas, a remuneração é boa se comparada a outras carreiras", diz.

O mercado de trabalhoA área continua aquecida. "As empresas estão desesperadas procurando por profissionais nas universidades", diz Hugo Bastos de Paula, coordenador do curso de Sistemas da Informação da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG). Grandes multinacionais como a IBM, Microsoft e Motorola oferecem cursos de certificação para os universitários, preparando-os de acordo com as necessidades do mercado. Além de capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, cidades de porte médio, como Curitiba (PR), Campinas (SP) e São José dos Campos (SP), absorvem muitos profissionais. Há chances também no sul de Minas, no interior de Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, onde algumas companhias começam a exportar softwares. A maior parte das vagas está em bancos, indústrias, seguradoras e empresas de telefonia e internet. Uma área de atuação promissora é a da educação. Há oportunidades tanto para a docência, com o aumento das faculdades de Sistemas de Informação, como para desenvolver programas para cursos a distância. O setor de segurança na internet não fica atrás. Grandes empresas e bancos buscam esse profissional para atuar no suporte aos usuários, criar e monitorar programas de segurança da informação em seus sites e cuidar dos bancos de dados. As companhias dos setores de telefonia e de internet costumam contratar o bacharel para a prestação de serviços em consultoria. O cursoA exigência básica para quem vai ingressar no curso é gostar muito de matemática. Cálculos e raciocínio lógico acompanham o aluno durante os quatro anos de curso. Entre as matérias específicas, estão linguagem de programação, bancos de dados, sistemas de informação, redes de computadores e inteligência artificial. Estágio e um projeto de conclusão de curso são obrigatórios. Fique atento na hora de inscrever-se para o vestibular. Algumas faculdades se voltam mais para os aspectos administrativos da profissão, outras, para os de computação. Outras instituições, ainda, oferecem licenciatura em Computação e em Informática.
Outros nomes: Adm. de Sist. de Inf.; Anál. de Sist.; Anál. de Sist. e Tecnol. da Inf.; Anál. de Sist. e Tecnol. da Inf. (sist. e tecnol. da inf.); Anál. de Sist. e Tecnol. da Inf. (tecnol. da inf.); Comput.; Comput. (sist. de inf.); Inform.; Inform. (anál. de sist.); Inform. (sist. de inf.).

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Software


A Microsoft inaugurou nesta quinta-feira, em Taiwan, um centro de computação na nuvem, construído em Taipei para prover serviços em parceria com empresas locais. A produtora de software também fechou acordo com duas fabricantes taiwanesas para fabricação de servidores com novo design para virtualização. O anúncio da aliança foi durante a Computex, feira de eletrônicos, que acontece em Taipei até sábado, 5/6.

Batizado de centro de excelência de software e serviços, o projeto é o primeiro da Microsoft nesta área na Ásia. O empreendimento foi anunciado em novembro do ano passado.

A Microsoft vem há 20 anos trabalhando com companhias tawainesas e ampliou a aliança. O novo projeto tem o objetivo de licenciar patentes de seu portfólio e compartilhar conhecimentos em software com empresas, universidades e institutos de pesquisas daquele país. A Microsoft quer acelerar o desenvolvimento de aplicações para conectar dispositivos por meio de processamento na nuvem.

Já para aumentar a oferta de serviços virtualizados, a Microsoft firmou acordo com as fabricantes gigantes de laptop Quanta Computer e a Compal Eletectronics, ambas de Taiwan.

As três companhias planejam desenvolver uma nova geração de servidores desenhados para funcionar em contêineres dentro dos data centers. O novo modelo, segundo a Microsoft, além de ser mais seguro, virá com a proposta de reduzir custos dos centros de processamento na nuvem.

A Microsoft espera ter os primeiros protótipos dessas máquinas em meados do segundo semestre.